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Como calcular juros compostos (fórmula e exemplos)

Publicado em 14 de julho de 2026

Juros compostos são os 'juros sobre juros': o rendimento de cada período passa a render junto com o capital no período seguinte. É o mecanismo por trás dos investimentos que crescem e também das dívidas que saem do controle. Veja como calcular.

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A fórmula dos juros compostos

O montante final é dado por M = C × (1 + i)^t, onde:

  • M é o montante final (capital + juros).
  • C é o capital inicial investido ou emprestado.
  • i é a taxa de juros por período (em decimal: 1% = 0,01).
  • t é o número de períodos (meses, anos), na mesma unidade da taxa.

Exemplo

R$ 1.000 aplicados a 1% ao mês por 12 meses: M = 1.000 × (1,01)^12 ≈ R$ 1.126,83. Rendeu R$ 126,83, mais do que os R$ 120 que os juros simples dariam (1% × 12 = 12%).

A diferença parece pequena em um ano, mas explode com o tempo: em 30 anos, o efeito composto multiplica o capital muitas vezes.

Simples x compostos

Nos juros simples, o rendimento incide sempre sobre o capital inicial. Nos compostos, incide sobre o saldo acumulado, que cresce a cada período. Por isso os compostos formam uma curva exponencial, enquanto os simples formam uma reta.

Investimentos (poupança, CDB, Tesouro) e dívidas (cartão, cheque especial) quase sempre usam juros compostos.

Por que começar cedo importa tanto

Como os juros compostos crescem sobre um saldo cada vez maior, o tempo é a variável mais poderosa. Começar a investir alguns anos antes costuma valer mais do que aportar valores maiores mais tarde.

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Perguntas frequentes

Qual a diferença de juros simples e compostos?

Nos simples, os juros incidem só sobre o valor inicial. Nos compostos, incidem sobre o total acumulado, gerando crescimento exponencial.

A poupança usa juros compostos?

Sim. O rendimento mensal é incorporado ao saldo e passa a render no mês seguinte.

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